Explorando a Tailândia: Vida de Estudante, Cultura e Aventuras Inesquecíveis

Tempo de leitura: 3 min

Escrito por Lucas Ventura
em março 20, 2025

Explorando a Tailândia: Vida de Estudante, Cultura e Aventuras Inesquecíveis

Explorando a Tailândia: Aventuras Inesquecíveis, Cultura e Descobertas no Primeiro Semestre!

Estar em um novo país como estudante é uma montanha-russa de emoções, e a Tailândia não decepciona.

Entre as aulas e as viagens de exploração, cada dia é uma surpresa.

Hoje, quero compartilhar um pouco dessa jornada, desde o primeiro dia na universidade até uma viagem inesquecível.

O Início da Jornada Acadêmica: Ajustes e Uniformes

O primeiro dia de aula sempre vem com aquela energia de “pronto para tudo!”. Aqui na universidade, a prioridade foi ajustar minha grade de horários para tentar condensar as aulas até quarta-feira, liberando os fins de semana para explorar.

E sim, você deve estar se perguntando: eles têm uniforme? E a resposta é sim!

A princípio, usar uniforme pode parecer estranho, mas é surpreendentemente prático. Você não precisa pensar muito no que vestir, o que economiza tempo e energia.

O desafio? O calor! Com temperaturas diárias beirando os 32 graus Celsius, usar a mesma roupa por uma semana inteira, como muitos fazem, pode ser um teste de resistência.

Para completar, o uniforme inclui um cinto e, em alguns casos, um botão específico, que são itens obrigatórios.

Nosso campus internacional é o ponto de encontro para a maioria dos estudantes estrangeiros. É aqui que resolvemos a papelada, pegamos pacotes e organizamos as aulas.

O caminho até o meu andar é uma peculiaridade: os degraus são pequenos, quase feitos para crianças, dando a sensação de que estamos sempre rastejando ou dando passos muito curtos.

Mas a vista lá de cima, com o céu azul, compensa. Recentemente, nosso prédio passou por uma reforma, e o resultado é impressionante.

Curiosidades no Campus: Um Santuário Inesperado

Uma das coisas mais interessantes que vi no campus até agora é uma área de jardim com vários animais. Não quero ser desrespeitoso, pois acredito que seja um local de oração, mas para nós ocidentais, é bem incomum.

Há uma quantidade surpreendente de aves, como galos, e outros animais. Eles parecem estar empilhados ali, em grande número.

É um lugar onde as pessoas vêm rezar durante o dia. Fiquei curioso para entender mais a fundo essa tradição, é algo que realmente me instiga a pesquisar.

Bate e Volta para Kanchanaburi: Rumo ao Desconhecido

Com a semana acadêmica se ajustando, era hora de uma aventura! Deixamos tudo preparado, pegamos nossas mochilas e equipamentos de câmera e partimos para um bate e volta em Kanchanaburi, uma cidade a noroeste de Bangkok, a cerca de duas a duas horas e meia de ônibus.

Nosso objetivo principal era documentar os gastos para ajudar outros viajantes a planejar um roteiro semelhante.

Pegamos o ônibus na estação sul, a mais próxima de Celaya. A saída estava prevista para as 17h30, mas o ônibus acabou atrasando um pouco e só partiu por volta das 18h.

Chegando em Kanchanaburi, descobri rapidamente que conseguir um táxi é bem mais complicado do que em Bangkok ou Celaya, onde eles são abundantes.

Lá, a maioria dos transportes disponíveis são motocicletas-táxi e tuk-tuks. Com nossas mochilas grandes, que não cabiam nesses veículos, a busca por um táxi tradicional se tornou um verdadeiro desafio.

Hospedagem e as Realidades da Viagem

Depois de uma jornada de descobertas, finalmente chegamos ao nosso alojamento. Que alívio! Parece que teria o quarto só para mim por enquanto, o que é ótimo para organizar as coisas.

Muitos mochileiros por perto, o que sempre garante um ambiente animado.

Mas viajar também significa enfrentar as realidades do ambiente local. Recentemente, me deparei com uma barata no quarto – uma daquelas grandes!

É algo que para a gente no ocidente causa um certo pânico, e em alguns lugares, você até ganharia um quarto de graça por isso.

Aqui? É normal. Até o gato local tentou pegá-la.

O atendente, ao ver a cena, apenas disse: “Ah, sim, é normal por aqui.”

Percebi que a chave para sobreviver nesses lugares é estar sempre atento, nunca baixar a guarda. Essa é a verdadeira essência da aventura!

Você vai gostar também: